
Sem Memória
Era vinho, era amor.
A cachaça sem sabor
Salivava nas primaveras.
E a resposta das esperas:
Dor e dor.
Eram vidas e histórias.
Conquistas sem glórias,
Sorrisos sem sentido.
E o poema foi partido
Sem memória.
Eram moças, ou não,
Acreditando no coração
Que pulsava embriagado,
Incrédulo do pecado
Da ilusão.
O que fora não existiu.
Assim como veio, partiu:
Brisa sem rumo e conforto,
O mar, que não conhece porto,
O beijou e seguiu.
Era vinho, era amor.
A cachaça sem sabor
Salivava nas primaveras.
E a resposta das esperas:
Dor e dor.
Eram vidas e histórias.
Conquistas sem glórias,
Sorrisos sem sentido.
E o poema foi partido
Sem memória.
Eram moças, ou não,
Acreditando no coração
Que pulsava embriagado,
Incrédulo do pecado
Da ilusão.
O que fora não existiu.
Assim como veio, partiu:
Brisa sem rumo e conforto,
O mar, que não conhece porto,
O beijou e seguiu.
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