Bueno....
Há muito que não postava nada. (Com certeza há mais tempo ainda que ninguém lia, mas, tanto faz...). O ponto é que não deixa de ser uma vitória postar novamente, significa mudança, avanço e evolução, pelo menos pra mim. Aí vai:
Infância Noturna
O menino chegou ao parque. Pulou. Brincou. Riu. O menino jogou bola, dançou de mão com Morte, uma senhora simpática, porém, séria e respeitosa. Deitou no pasto orvalhado, rolou encharcando toda sua infância, toda sua meninez.
O sol despertou o velho queimando-lhe o rosto enrugado, agrisalhou de novo seus cabelos.
O menino acordou diferente. O velho acordou no parque.
Foi-se a ilusória infância embriagada de lembranças, sonhos e esperanças. Pesou-lhe mais a idade. Pesou-lhe mais a ressaca.
O menino chegou ao parque. Pulou. Brincou. Riu. O menino jogou bola, dançou de mão com Morte, uma senhora simpática, porém, séria e respeitosa. Deitou no pasto orvalhado, rolou encharcando toda sua infância, toda sua meninez.
O sol despertou o velho queimando-lhe o rosto enrugado, agrisalhou de novo seus cabelos.
O menino acordou diferente. O velho acordou no parque.
Foi-se a ilusória infância embriagada de lembranças, sonhos e esperanças. Pesou-lhe mais a idade. Pesou-lhe mais a ressaca.
Nenhum comentário:
Postar um comentário